fbpx
Widget Image
Nossa Missão

Se você quer levar sua empresa para o próximo nível, a Orbital é sua melhor opção. Metodologias ágeis, focada em validação e crescimento.

Siga-nos
Onde estamos: São Paulo/SP - Maringá/PR
Contato/whats: +55 11 97486 8849 | +55 44 99144 7744
Top
Hight Tech no Varejo - Why? - Orbital
7816
post-template-default,single,single-post,postid-7816,single-format-standard,mkd-core-1.0,woocommerce-no-js,orbital-ver-1.1.1,,mkd-smooth-page-transitions,mkd-ajax,mkd-grid-1300,mkd-blog-installed,mkd-header-standard,mkd-sticky-header-on-scroll-down-up,mkd-default-mobile-header,mkd-sticky-up-mobile-header,mkd-dropdown-slide-from-bottom,mkd-dark-header,mkd-full-width-wide-menu,mkd-header-standard-in-grid-shadow-disable,mkd-search-dropdown,mkd-side-menu-slide-from-right,mkd-woocommerce-columns-4,wpb-js-composer js-comp-ver-5.2.1,vc_responsive

Blog

Hight Tech no Varejo – Why?

Por que adotar tecnologia no Varejo?

A adesão de tecnologia no varejo traz vantagens tanto para os próprios varejistas, que otimizarão seus investimentos, quanto para os consumidores, que terão acesso a mais pontos de contato com as marcas. Mas é preciso tomar cuidado na hora de inovar. Segundo Edmar Bulla, CEO da Croma “Muitas redes inovam pensando em si, mas quem paga a conta é o shopper. Não adianta  ter uma tecnologia se o cliente precisa de quatro, e também não adianta eu ter quatro se ele não precisa de nenhuma. O ideal é focar no shopper para inovar de uma maneira que se adeque ao comportamento humano”.

Devido a essas mudanças, o modelo de varejo tradicional está perdendo cada vez mais seu espaço no mercado. Frente a esse cenário, a Tesco, uma multinacional varejista britânica de 96 anos que estava disposta a se tornar a maior rede de supermercados da Coreia do Sul, uniu oportunidade e tecnologia na criação de uma solução inovadora.

O consumidor coreano era bem diferente dos britânicos e, por isso, a marca precisou entender melhor o seu público-alvo. Eis o que a Tesco descobriu: a Coreia do Sul é um país que tem uma alta média de horas trabalhadas por ano – cerca de 2.193 horas. Além disso, a varejista percebeu, durante sua análise de público, que os coreanos passam um tempo considerável em transportes públicos. Com isso em mente, a rede optou por testar uma iniciativa que transformava as paredes do metrô em lojas virtuais. A partir de um QR code, qualquer pessoa poderia usar seu celular para fazer compras. Em seguida, os produtos eram enviados para a casa do próprio consumidor.

O modelo deu resultado: a solução garantiu um aumento de 130% nas vendas virtuais da Tesco no país e a transformou na líder do segmento online na Coreia do Sul. Além disso, as vendas das lojas físicas também foram impactadas pela adoção da tecnologia, apresentando um grande crescimento comparado aos números obtidos antes do novo modelo.

5 Tecnologias para o varejo

  • AUTOATENDIEMNTO

Segundo o estudo Hight-Tech Retail, 60,4% dos brasileiros realizarão compras utilizando tecnologias de autoatendimento nos próximos três anos. O dado revela como os hábitos dos consumidores estão mudando no Brasil, acompanhando o que acontece no mundo. O autoatendimento ganha força devido aos consumidores do futuro, que possuem um mindset mais adequado às diferentes interfaces tecnológicas e que, nos próximos três anos,  representarão uma parte significativa da população economicamente ativa. Diante desse novo perfil do cliente, a busca por um atendimento interativo e com mais liberdade aumentará a cada dia.

De acordo com o CEO do Walmart.com, o autoatendimento vai ser inevitável no Brasil. “Hoje ainda é muito complicado para as pessoas fazer seu próprio checkout numa loja. Mas daqui uns anos esse tipo de tecnologia vai ser muito simples. O consumidor vai conseguir mapear a loja, falar com o computador e até resolver possíveis problemas”, diz Paulo Sérgio, CEO do Walmart.com.

  • INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ideia e passou a ser uma realidade no varejo brasileiro, no qual é  cada vez mais importante investir na personalização da experiência de compra do consumidor. Nesse contexto, a inteligência artificial chega como uma aliada – identificando características, necessidades e métricas financeiras de cada consumidor. Segundo uma pesquisa realizada pela IDC, a previsão de gastos com inteligência artificial e sistemas cognitivos por empresas irá crescer de US$ 8 bilhões, em 2016, para US$ 47 bilhões, em 2020 – o que equivale a quase 600% a mais em apenas quatro anos.

De acordo com Paulo Sergio Silva, a inteligência artificial vai ajudar a posicionar as vendas no varejo, tanto nos pontos físicos quanto no digital. Essa tecnologia, segundo o CEO do Walmart.com será muito promissora pois traz a experiência one a one, ou seja, as pessoas terão produtos mais personalizados e uma relação mais individual. A empresa de software Propzmedia, por exemplo, utiliza a inteligência artificial para ajudar marcas a entenderem e influenciarem seus consumidores. A solução é capaz de compreender, prever e reagir ao comportamento de consumo de cada pessoa em tempo real e de forma automatizada.

  • IMPRESSÃO 3D

Segundo o Relatório Varejo 2025, desenvolvido pela Oracle, cerca 64% dos consumidores aprovam a ideia de ter uma loja sugerindo um acessório sob medida produzido por meio de impressão 3D. Para quem não sabe, uma impressora 3D segue a mesma funcionalidade de uma impressora comum – a diferença é que ela pode imprimir desde tênis, móveis e órgãos até mesmo outras impressoras. Atualmente, essa tecnologia tem sido usada por hospitais, cientistas, estilistas e até mesmo varejistas.

Com o seu preço diminuindo gradativamente, a entrada do dispositivo no mercado está sendo ampliada, e a produção de objetos personalizados sob demanda já está se tornando realidade em algumas empresas. A Hershey’s, por exemplo, apresentou no início do ano passado a impressora CocoJet em parceria com a 3D Systems. Com a tecnologia, o consumidor conseguirá personalizar seu pedido e imprimir o chocolate na hora.

  • REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA

Apontada como uma das aplicações mais promissoras no varejo, a realidade virtual recria ambientes reais e permite que o cliente passeie por uma loja sem sair de sua casa. Segundo um relatório da Dentsu Aegis Network, o uso da realidade virtual deve crescer nos próximos anos e tornar-se acessível para um número maior de pessoas. “A realidade virtual deve ser baseada em criar novas oportunidades para viver, comprar e trabalhar melhor, além de se divertir”, afirma o estudo.

A Macy’s, uma gigante americana de lojas de departamento, montou um novo canal de compras para clientes chineses via Alibaba. Nele, é possível passear pela loja física e até mesmo fazer compras – tudo utilizando a realidade virtual. A ação, que foi desenvolvida no Dia dos Solteiros, permitia que clientes navegassem em uma réplica virtual da loja em Nova York. Além de aumentar as vendas da gigante americana, uma vez que a ação foi feita no maior feriado de compras da China, a realidade virtual ofereceu aos chineses uma experiência de compra única e deu a Macy’s uma posição de renome no mercado chinês.

  • NOVOS MEIOS DE PAGAMENTO

Os novos meios de pagamento também prometem ser uma tendência em um futuro muito próximo. Segundo a pesquisa da Croma Marketing Solutions, 49% dos consumidores pretendem utilizar novas formas de pagamento e dispensar cartões e dinheiro físico. Nesse cenário, o bitcoin chega como uma boa opção para quem quer reunir a praticidade de transações virtuais com a rapidez dos pagamentos em dinheiro. As transações com bitcoins são rápidas, baratas e sem intermediários. Além disso, elas podem ser feitas para qualquer pessoa, em qualquer lugar, sem limite mínimo ou máximo de valor.

Há três anos, a Overstock se tornou a primeira grande varejista online a aceitar bitcoin como uma forma de pagamento em suas operações, possibilitando que qualquer consumidor possa usá-lo para pagar suas compras. Para se proteger da flutuação da criptomoeda, a Overstock utiliza uma corretora que faz o câmbio imediato para o dólar.

Outra tecnologia que promete revolucionar as transações no setor varejista é o blockchain. Esse sistema permite que empresas e parceiros gerenciem e rastreiem transações digitais complexas, bem como armazenem de forma segura os valores e objetos digitais envolvidos. O Walmart, por exemplo, foi um dos primeiros varejistas a planejar uma implementação internacional de Blockchain. Por enquanto, essa aplicação ainda está em fase de testes e vale apenas para algumas categorias no mercado chinês.

 

Nenhum comentário

Deixe um comentário